O secretário de Saúde de Minas Gerais, Carlos Eduardo Amaral, comentou o planejamento do estado para receber uma possível vacinacontra o novo coronavírus. Segundo o chefe da pasta, o governo estadual trabalha com mais de uma possibilidade de tipo de vacina e projeta a distribuição pronta para ser feita a partir de janeiro de 2021.
“Temos um plano que está sendo levado conforme o cronograma que foi feito. Nosso objetivo é que a partir de janeiro tenhamos condição de distribuir a vacina. Levando em consideração que se a vacina for uma vacina habitual, provável que já esteja chegando, se for a de Oxford, a vacina tem o mesmo padrão de acondicionamento que a vacina da gripe. A nossa estrutura já é a estrutura que temos montada. O que seria diferente é termos insumos a mais e um treinamento melhor da rede, mas estamos nos preparando para toda vacina que puder chegar, independente da condição que for, porque temos que estar prontos para elas”, afirmou.
Apesar da perspectiva do secretário, a vacina no Brasil ainda é uma incógnita, tanto pela falta de comprovação exata quanto pela origem. Quanto a isso, Carlos Pimenta (PDT), deputado estadual e presidente da Comissão de Saúde da Assembleia, alertou sobre as especificidades das vacinas que estão sendo testadas ao redor do mundo e que podem ser adquiridas pelo governo federal.
“Existe uma vacina que está sendo testada e que necessita de armazenamento de -70ºC. Nenhum freezer nosso chega a isso, o máximo que chega é a -26ºC, então não pode colocar nesse normal. E vai que seja essa a escolhida pelo governo federal. Então, seria muito interessante a secretaria se preparar para isso, seria importante focar nesse programa de vacinação”, alertou Pimenta.

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