Na manhã desta quinta-feira, 17 de julho, a Polícia Civil em virtude de investigação policial desenvolvida pela delegacia especializada de repressão aos crimes rurais de Guaxupé, deflagrou a operação “Fraternos”, a qual contou com a participação de policiais civis de Guaxupé, Passos e Alpinópolis. Ao todo, 3 mandados de prisão preventiva foram cumpridos, sendo 1 deles em Alpinópolis e os outros dois em Bom Jesus da Penha. Além disso, foram cumpridos 3 mandados de busca e apreensão sendo um na cidade de Alpinópolis, um em Bom Jesus da Penha e um na zona rural de Carmo do Rio Claro.
A Polícia Civil iniciou a primeira fase da operação em dezembro do ano passado, onde quatro pessoas foram presas envolvidas na subtração de 3 tratores e implementos agrícolas na região de Alpinópolis/Nova Resende, perfazendo o montante total de cerca de R$500.000,00, sendo que na data de hoje, durante a execução da segunda fase da operação, os demais integrantes da organização criminosa, estes responsáveis pelas transações financeiras por intermédio de conta bancária da empresa (loja de roupas) de uma das envolvidas, além de adulteração e revenda dos maquinários, foram presos nesta manhã.
Os crimes cometidos pela organização criminosa se tratam de furto, roubo, receptação e adulteração de sinal indicativo de veículo automotor, de tratores e máquina agrícolas.
Duas caminhonetes foram apreendidas em poder dos investigados.
Para o Delegado Manoel Nora, titular da investigação, as prisões e buscas realizadas hoje serão fundamentais para a paz no campo, onde a prisão daqueles que recebem e comercializam o produto do crime, desmotive novas subtrações.
Para o chefe do 18º Departamento, delegado-geral Marcos Pimenta, as investigações indicam que a empresa em questão era usada como braço financeiro dos suspeitos presos hoje, de onde saíam pagamentos para demais envolvidos, em especial para os responsáveis pelos furtos e roubos de tratores.
Os indivíduos presos possuem 38, 40 e 27 anos.
Durante os trabalhos, a Polícia apreendeu duas caminhonetes em posse dos suspeitos.
O nome “Fraternos” se deu pelo fato dos presos serem parentes entre si, perfazendo organização forte e interligada.
Fonte: Resende Web

