13 de janeiro de 2026
PAPA PEDE QUE QUARESMA SEJA TEMPO DE CURA
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PAPA PEDE QUE QUARESMA SEJA TEMPO DE CURA

Em processo de recuperação no Vaticano após passar cinco semanas internado em Roma com uma pneumonia grave, o Papa Francisco pediu para que os católicos vivam a quaresma como um ‘tempo de cura’. A mensagem foi repassada durante a oração do Angelus. Pela sétima vez o pontífice não compareceu à cerimônia para cuidar da saúde.

“Queridos, vivamos esta Quaresma, especialmente durante o Jubileu, como um tempo de cura”, escreveu o Papa, referindo-se ao período que antecede a Páscoa, o dia mais sagrado do calendário cristão, que este ano cai em 20 de abril.

“Eu também estou vivenciando isso dessa forma, na minha alma e no meu corpo. A fragilidade e a doença são experiências que nos unem a todos; mas com maior razão somos irmãos na salvação que Cristo nos deu”, seguiu o Pontífice.

Na sexta-feira (28), a Santa Sé divulgou que Francisco mostrava ‘pequenas melhoras’ e progresso em sua capacidade de falar.

Aos 88 anos, o Papa Francisco deixou o Hospital Gemelli, em Roma, no último domingo (23), após 38 dias de internação por uma pneumonia bilateral. O líder religioso deve continuar seu processo de recuperação por pelo menos dois meses, com fisioterapias e sem atividades públicas, disseram os médicos.

Pelo fim dos conflitos

O Papa Francisco ofereceu suas orações neste domingo às vítimas dos conflitos na Ucrânia, nos territórios palestinos e em Israel, no Líbano, na República Democrática do Congo e em Mianmar, que foi atingida por um terremoto.

O pontífice também disse que acompanha ‘com preocupação’ a situação no Sudão do Sul, onde os combates entre facções rivais da guerra civil de 2013-2018 se intensificaram nas últimas semanas.

Francisco também pediu a abertura imediata de novas negociações no Sudão, país devastado pela guerra.

O líder católico observou que ‘graças a Deus, também há acontecimentos positivos’ e chamou o recente acordo de fronteira entre o Quirguistão e o Tadjiquistão, considerado essencial para a estabilidade na Ásia Central, de uma ‘excelente conquista diplomática’.

 

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