Uma das dúvidas mais comuns sobre a Escola Cívico-Militar foi sanada na noite desta quinta-feira, 04 de setembro, durante Audiência Pública realizada na Câmara Municipal de Carmo do Rio Claro: Os militares não darão escolas e nem vão substituir os professores nas salas de aula.
De acordo com o capitão Davi, presidente da Associação Brasileira de Educação Cívico-Militar, o que existe é uma parceria, uma somatória, entre o trabalho dos professores e diretores das escolas – que continua sendo feito da mesma forma – e o trabalho dos militares.
“O que os militares fazem dentro da escola é simplesmente transmitir ensinamentos voltados ao civismo, a importância da disciplina, o respeito e valores que infelizmente hoje se encontram perdidos, eles atuam como parceiros dos professores”.
Na escola cívico-militar, os alunos têm momento cívico diariamente, com execução do hino nacional e municipal, palestras, entre outras atividades. Os militares serão responsáveis por receber os alunos no momento da chegada na escola, garantir a segurança do local até o momento da saída dos estudantes.
Ainda de acordo com o capitão, os militares que atuam nas escolas são obrigatoriamente apenas militares da reserva, contratados um processo criterioso de inscrição, avaliação, entrevistas, além de uma capacitação específica para a educação cívico-militar, “nosso papel é ajudar na educação, não queremos nem vamos militarizar nossas crianças. Eles estarão prontos para serem médicos, professores, arquitetos, ou qualquer outra profissão que quiserem no futuro”, destacou o capitão.
Segundo o prefeito Filipe Carielo, quando o projeto for implantado, os pais terão a oportunidade de escolha, ou seja, eles é quem vão decidir se o seu filho estudará numa escola com ensino cívico-militar ou com ensino convencional como é hoje.
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